O pastor não entendeu o que aquele homem estava dizendo. Então, o homem disse: "O meu telefone tocou, tocou, mas eu não atendi". O pastor então lembrou-se do engano e pediu desculpas por perturbá-lo, explicando que ele havia tentado falar com sua esposa.
domingo, 11 de abril de 2010
NADA É POR ACASO....
O pastor não entendeu o que aquele homem estava dizendo. Então, o homem disse: "O meu telefone tocou, tocou, mas eu não atendi". O pastor então lembrou-se do engano e pediu desculpas por perturbá-lo, explicando que ele havia tentado falar com sua esposa.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Atitudes que fazem a diferença
Do G1 (http://www.g1.com/)
Publicado em 05/03/10 - 07h30 - Atualizado em 05/03/10 - 09h26
Via Twitter e Facebook, chilenos juntam sete toneladas para as vítimas do tremor
Jovens amigos criaram comunidade para recolher mantimentos. Mobilização saiu do virtual e foi para as ruas da capital, Santiago.
Giovana Sanchez Do G1, em Santiago do Chile
No dia seguinte ao forte terremoto que atingiu o Chile, o cientista político Renato Briceño e o estudante Mauricio Compillay queriam ajudar as vítimas, mas não sabiam como. Sem ter nenhuma filiação a grupos ou instituições, eles acharam que tinham duas opções: fazer um plano que poderia levar uma semana e então seria tarde demais para ajudar, ou colocar uma barraca numa rua de Santiago, com uma placa para pedir ajuda e espalhar o endereço do grupo pela internet.
Com o sentido de urgência, eles preferiram a segunda opção. "Organizamos tudo com duas pessoas e dois cliques. O pessoal começou a retwitar e nossa comunidade no Facebook começou a crescer. No primeiro dia, no domingo, apareceram umas 15 pessoas. No segundo umas 50. Hoje são mais de 350 voluntários e arrecadamos 7 toneladas de mantimentos, dos quais quatro já foram enviadas", contou Renato.
Como eles não tinham onde deixar as coisas, resolveram montar um acampamento na praça para vigiar as doações. "No fim, as pessoas já estavam nos trazendo comida, e alguns dormiram aqui também", conta Maurício.O grupo, que não tinha um nome, passou a se chamar "Carpa de Ayuda" ("Barraca de ajuda"). Eles criaram até uma credencial para cada voluntário. As doações terminaram nesta quinta, segundo eles, para não concorrer com o 'Teletón', evento beneficente marcado para esta sexta.
Mantimentos arrecadas pelo grupo virtual Carpas de Ayuyda. (Foto: Giovana Sanchez/G1)
Voluntários reunidos em praça de Santiago do Chile nesta quinta-feira (4). (Foto: Giovana Sanchez/G1)
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Agora sim, Jornalista!
Todos estavam reunidos: Amigos, colegas, irmãos, família do pai e família da mãe. O motivo do encontro: A minha Colação de Grau!!! Tudo aconteceu muito rápido, sem que eu aproveitasse ao máximo o momento. É sempre assim. Agora penso – poderia ser diferente. Faltaram algumas coisas, mas foi perfeito.


Agradeço a todos que, de alguma maneira, colaboraram para que eu chegasse a vivenciar esse momento tão especial em minha vida. Aos meus colegas de sala, aos amigos de verdade, que sei que o fim da facul não significa o fim da amizade.... a todos os professores, coordenadores (que foram muitos)... enfim, a todos que colaboraram comigo e me apoiaram nos momentos que mais precisei. Senti falta de muita gente naquela noite, dos professores que marcaram muito minha vida acadêmica, mas que não estavam lá.
Como de costume, os meus posts são marcados por fotos. Não posso ser diferente nesse, né? São muitas fotos que quero postar.
Acompanhem, comentem, fiquem à vontade.
*** Vou aproveitar esse post para colocar o meu agradecimento do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Ainda não tinha tornado ele público e, nesse momento de gratidão, para fazer isso.
** Aproveito também para agraceder o post que a minha maninha Angélica Néri fez em minha homenagem. Obrigada!
* Também vou postar a matéria que saiu no jornal do meu pai sobre a colação. Acompanhem.


A FOTO - mais do que especial. Mãe, irmão por parte de mãe (Dani), eu, pai, irmão por parte de pai (Matheus), e irmão por parte de pai e mãe (Lucas).
A Deus, que esteve comigo em todos os momentos da minha vida, me dando força para prosseguir, apesar das inúmeras dificuldades. A Ele, minha eterna gratidão.
A minha família, que é a base de tudo. A minha mãe Lucilene Barbosa, que é a minha melhor amiga. Obrigada por tudo, mãe! Por me compreender, aconselhar e apoiar minhas escolhas. Vários foram os momentos que, com lágrimas ao telefone, soube me ouvir e transmitir conforto. Obrigada por ser a pessoa que você é, por mesmo estando longe, estar perto. Te amo!
Ao meu pai Lucas Araujo, que esteve comigo durante esse tempo. Que me aguentou durante esse período tão ‘turbulento’ do TCC, que lutou para pagar minha faculdade, condução de Auriflama a Araçatuba, passagens nos fins de semana, e tudo o que foi necessário. Obrigada pai. Não se esqueça que eu te amo. A minha madrasta Juliane, que me ajudou com esse trabalho, a minha gratidão. Obrigada pela paciência.
Aos meus irmãos Lucas, Matheus e Daniel, que me fizeram rir nos momentos mais difíceis, ou até mesmo chorar, seja por saudade, raiva, vontade de puxar a orelha, ou outro sentimento. A minha amiga Angélica Neri, que se tornou a irmã que eu nunca tive. Obrigada por me ajudar quando precisei, por estar ao meu lado me escutando sempre. Obrigada por fazer parte da minha família, maninha. Um abraço especial para a minha avó Guiomar, que sempre me apoiou em todos os momentos que precisei.
Orgulhoso, Lucas Araujo, pai da jovem jornalista, destaca: “Estou feliz por esta grande conquista. Sem dúvidas, este foi um dos momentos mais marcantes da minha vida. Que Deus a abençoe e abra as portas para que ela realize todos os sonhos. Que seus projetos se concretizem”.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Uma prova de amor - Dica de filme
Eu me encantei por essa história há algum tempo, quando passando pelo shopping de São José do Rio Preto. Até pedi para o meu pai deixar eu assitir, mas não por causa da distância (uma hora e pouco de casa), não pude assistir.Antes de vir passar as férias na minha mãe, ainda em Auriflama, passei pela locadora e vi o cartaz. Aluguei e tive a oportunidade de assistir com a minha amiga Angélica Neri. Me encantei pelo filme. Chorei muito. Semana passada fui na locadora de Adamantina com a minha prima e não resisti. Aluguei novamente. E, é claro, chorei novamente.

Uma prova de amor. Quando se lê esse título logo pensamos: Essa história é sobre um casal...mocinho com mocinha e um lindo romance de um final feliz. Mas não é bem assim. Esse filme é comovente. Perfeito. De se pensar. Para refletir. Tudo acontece com a família Fitzgerald. "Até que ponto você iria para salvar sua família?"

Muitos transplantes, transfusões, doações, enjôos, agulhas, reações e ematomas. Assim se resumia a vida da pequena Anna. Mas quando ela alcança a idade de 11 anos e a sua irmã precisa de um rim, a história muda. Anna ama a sua irmã. Elas se dão bem, mas Anna não quer mais ser doadora. Seus pais não entendem e a única solução que ela encontra é entrar na justiça para conseguir a emancipação médica.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
2010

**Como é de costume, vou postar algumas fotos que ainda não postei aqui...
Confraternização de fim de ano do Jornal Tribuna Regional e Rádio Nova Difusora:
Natal em Mariápolis:
Ano Novo em Mariápolis
Lucas, Eu, Dani, minha mãe e o Regi
O Dani no meio da mulherada..rs. Luana, Dani, eu e a Isabella
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Uma família feliz...
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Ai, meu coração...

Meu primo Ivan também sofreu um grave acidente de moto. Já se passaram 17 dias no hospital, sendo que uns 7 foram na UTI. Mas creio que logo ele estará em casa, e vou contar o que aconteceu certinho.
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